O desenvolvimento de Assassin’s Creed Codename Hexe atravessa um momento turbulento. Após a saída do diretor criativo Clint Hocking, o projeto agora também perde seu diretor de jogo, Benoit Richer.
Richer havia se juntado ao título no início deste ano, após seu trabalho em Batman: Arkham Origins, mas sua passagem foi breve. Em uma publicação recente no LinkedIn, ele anunciou sua saída da Ubisoft para assumir a mesma função na Servo Games, descrevendo a mudança como “o início de um novo capítulo”.
As baixas ocorrem em meio a uma reestruturação mais ampla dentro do estúdio. A franquia passou a ser supervisionada pela Vantage Studios, com Jean Guesdon assumindo como chefe de conteúdo e também como diretor criativo de Hexe. A mudança, segundo relatos, teria contribuído para a saída de nomes importantes da equipe.
De acordo com o insider j0nathan, conhecido por vazamentos confiáveis da série, o novo direcionamento criativo pode ter deixado de lado elementos mais “místicos”. Um dos exemplos citados seria a possibilidade de controlar um gato — mecânica que teria sido descartada na versão atual do jogo.
Ainda assim, as mudanças podem não representar algo negativo. Segundo as mesmas informações, essa mecânica ainda não estava refinada e exigiria mais tempo de desenvolvimento. Sua remoção permitiria que a equipe focasse em aspectos considerados mais importantes, sem impacto direto na narrativa.
O jornalista Tom Henderson, do Insider Gaming, afirmou anteriormente que Hexe segue sendo um projeto bastante prestigiado dentro da Ubisoft. Há, inclusive, a possibilidade de uma participação surpreendente de Ezio Auditore, que poderia aparecer na metade do jogo como mentor, ensinando os caminhos da Ordem dos Assassinos à personagem Elsa.
O lançamento de Assassin’s Creed Codename Hexe está previsto para o final de 2027, possivelmente durante o tradicional período de novembro.
